Era ela, a mais simpática,
Sempre recepcionava bem as pessoas,
Era de casa, não gostava de noitadas.
Estava sempre rouca, mas nunca de cara fechada.
Lili, faz falta
Lili não volta
Nunca antes tinha cruzado a linha que separava o certo do desconhecido.
Mas esse dia chegou, a curiosidade é a culpada.
Aqueles olhos se foram,
As vezes ainda sinto sua presença,
Era ela que sempre estava lá para abrir a porta.
Lili, Lili
Agora está tudo tão solitário e desprotegido.
Mas o tempo deles é diferente do nosso.
Eles não fazem planos, não se consomem.
Agora explica,
Lili se foi
Lili se acalma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário